terça-feira, 4 de maio de 2010

Quem está com a razão?


Post escrito em 28/04/2010 e transcrito em 03/05/2010.

Situações. São diversas as que passamos. Temos de todos os tipos, as boas, ruins, mais ou menos, até mesmo a junção de uma com outra ou as três juntas. Mas o que me faz pensar em um post com esse assunto? Fácil! Passamos por várias destas situações ao longo do dia. Expresso aqui um dos dias mais cheios de situações pelo qual passei até hoje.
Nada melhor que ter uma noite de sono agitada, na qual você passa, ou melhor, relembra diversas situações que já passamos, sejam elas boas, mais ou menos ou ruins. Enfim, uma noite na qual você lembra de detalhes banais, como a forma que você colocava o seu material escolar em cima da mesa antes da aula começar, no ensino fundamental. Como alguém pode ser tão bobo ao ponto de abrir a mochila, pegar o caderno, o estojo e arrumar tudo de uma maneira como se fosse uma pintura feita por um artista qualquer e pior ainda, como se você não fosse mexer naquilo tudo!
Ao acordar, situações novas do tipo "separe os cachorros", "feche a porta do banheiro", "deixe a tartaruga no seu quarto", "tranque a porta e coloque a chave debaixo do capacho", entre outras diversas que você faz para "agradar alguém"!
Ah, o trabalho! Como todos sabem, trabalho num banco (até o momento em que escrevo este post no caderno...) e assim como em outros lugares, novamente, temos situações diversas que pedem nossa atenção. Algumas eu esperava já ter assimilado, mas neste dia algo foi diferente. Pulando os detalhes, cito uma situação peculiar, ou melhor, pergunto qual a melhor forma de lidar com uma situação adversa? Abaixar a cabeça mesmo sabendo que seu ponto de vista é plausível de conversa ou defendê-lo até o fim? Fico com a segunda opção, pautando-me sempre pelo diálogo.
Lidar com pessoas, normalmente é complicado, pior ainda quando há um fato determinante que as pessoas não sabem usar: o poder. Este ponto, ou fato, adquirido ou recebido, deve ser bem utilizado, haja vista que, todo poder parte do principio de que ele se encontra com algo mais forte, que são as pessoas. Normalmente, quando sei do que estou falando, procuro discutir e colocar a minha maneira de pensar sobre determinada situação e sempre espero que haja uma conversa produtiva e construtiva de modo que se crie novas formas de pensar e agir, uma vez que ninguém é dono integral da verdade e todos estamos sempre aprendendo, facilitando assim, o bom convívio entre as pessoas.
Mas o fato ao qual quero chegar é que, em determinada situação que uma pessoa tenha um "poder", como ela se acha no direito de subjugar alguém que sabe o que esta dizendo e tem um ponto de vista correto e condizente às praticas adotadas até o momento? Tenho (ou tinha...) um gerente assim. Qualquer motivo era pauta para discussão, porém não construtiva, pelo contrário, destrutiva. A situação peculiar a todos que trabalham e tem opiniões, mas, muitas vezes são cortadas ou limadas por alguém que recebeu um poder. Só esta questão cria uma situação desagradável.
Não existe verdade universal e muito menos algo igual para todos que faça ou se transforme numa receita de bolo. O que existe de igual para todos é a educação e integridade entre os níveis hierárquicos, seja dentro de uma empresa, na vida familiar ou pessoal. O fato de usar artifícios para fazer valer o seu poder, faz com que "este ser" tenha menos respeito como pessoa, proveniente desta falta de bom trato com os semelhantes.
Por esse motivo, abandonei a apreciação de uma bebida que me fazia bem algumas vezes, o Whisky "Jack Daniels". A abominação serve tanto para a bebida quanto para algumas pessoas (desculpe Jaqueline não te chamar mais pelo apelido diminutivo de seu nome...).
Parece que feliz é a pessoa que abaixa a cabeça mesmo que esteja com razão, mas eu não consigo ser assim neste momento. Por isso não sentirei ressaca posteriormente, haja vista que não bebo mais este"Jack Daniels", pelo contrário, deixo na prateleira para que alguém fique com o desprazer, uma vez que não desejo nem para o meu pior inimigo. As situações nos faz mudar o nossos gostos e atitudes, nos tornam pessoas melhores enquanto outras definham, apodrecem e morrem.

Ser solitário ou procurar a solidão? Qual o caminho?


Post escrito num caderno no dia 23/04/2010 e transcrito no dia 03/05/2010.

A noite é parceira de todos os solitários. Começar um post com esta afirmação pode me fazer ser ou pensar que sou uma pessoa solitária, pelo contrário! Sou uma pessoa muito bem servida de diferentes "entidades" que me complementam. Estas pessoas podem ser amigos, inimigos, pessoas desagradáveis, que de uma maneira ou de outra me complementam e me fazem ser uma pessoa melhor ou pior, conforme o ponto de vista de cada um.
Por exemplo, hoje eu estava com algumas pessoas super legais, mas elas não me agregavam nada de valos, a não se o fato de que eu precisava fazer lobby para considerar aquele momento prazeroso.
As conversas fúteis, as colocações desnecessárias e as "empurradas forçadas" a uma situação "sexual" me transformavam em um objeto feito apenas para satisfazer o prazer de alguém, ponto este que não vem ao caso, pelo contrário, eles apenas servem como enredo de algo improvável e impreciso. Como todos sabem sou um solteiro compulsivo e para isso preciso manter-me assim (por minha vontade ou contra), pois detesto qualquer situação que force a barra, mas até aí tudo bem, procuro me desvencilhar disto!!
O que me deixa intrigado ou irritado com essa situação é o fato que eu era o único solteiro, e nem por isso estava desesperado para consumar algo com alguém, pelo contrário, eu queria beber a minha cerveja e dar risada, mesmo que a minha principal companhia mais tarde fosse o meu travesseiro. Os outros, casados, faziam questão de demonstrar que tinham sede sexual e que iriam consumar o que imaginavam com suas esposas. Sinceramente isso me parece patético, e não digo isso pelas pessoas de minha idade próximas a mim, pelo contrário, isso se dá com pessoas que tem a idade de ser meus pais, o que me entristece ainda mais!
Este blog serve principalmente para expressar a minha maneira de pensar sobre algumas situações momentâneas pelas quais passo, o que, não por motivos internos, mas externos, me fazem pensar e procurar entender o porque de algumas situações do dia a dia. Algumas situações que me fazem pensar, outras que me tornam inquisitivo e até negativo ou positivo, mas cada uma delas, no que condiz ao conteúdo dependem do estado de espírito pelo qual estou passando.
Por exemplo, esta manhã acordei pensando em uma maneira de fazer mal a uma pessoa, mas necessária, a um semi-imediato (aqueles que não servem para nada e foram colocadas na sua frente apenas para atrapalhar), alguém que "não fede e nem cheira". Enfim, tudo estava propicio para que o fulano se ferrasse sozinho, e o que aconteceu? Nada! Não aconteceu nada!
E como fiquei? Não senti nada! Só sei que fiz o que tinha que fazer e segui adiante, mais nada! E o que eu aprendi com tudo isso? Alguma coisa, como sempre aprendemos!
Assim como meus conhecidos saíram pensando em conseguir algo, por mais que tivessem alguém esperando por eles em casa, eles não conseguiram nada, porque de fato, não precisavam de nada daquilo que buscavam, eles tem algo melhor e duradouro esperando por eles em casa.
No caso, o desejo de conseguir algo (bom ou ruim, depende do ponto de vista), torna-se mais forte que o principal objetivo, que é ser melhor naquilo que se faz e às vezes isso atrapalha outros planos que temos.
Enfim, este post serviu para me fazer pensar no que realmente eu quero, sem pensar em auto ajuda (que na minha opinião só enfraquece a pessoa), mas em como tenho coisas melhores para pensar, neste caso, minha família, meus amigos, meu TCC ( que está HORRÍVEL...), do que perder meu tempo com coisas tão pequenas quanto o mal de alguém!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Eu voltei!!!



Para aqueles que me acompanham no Twitter, no Facebook, Orkut entre outros, todos sabiam que eu abandonei todas estas ferramentas por algum tempo, justamente para dar atenção integral à alguns pontos que precisavam de mais atenção. Muito bem, para algumas, dei mais atenção, para outras não dei o quanto devia, mas nada como um dia após o outro para perceber os erros cometidos.

Os textos que serão publicados a seguir, fazem parte de anotações diversas em caderno durante este tempo distante, portanto não se assustem, elas apenas tem relevância com o momento que eu estava (ou estou) passando e não são base principal para que me conheçam a fundo, afinal, só me conhecem aqueles que tem ou tiveram contato comigo nos últimos meses.

A quem interessar, boa leitura!!